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	<title>Blog do Knobel &#187; Saúde do Homem</title>
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	<description>Saúde do Coração - Educação para saúde e bem estar</description>
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		<title>Disfunção erétil e sua influência na saúde do homem</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 14:27:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Saúde do Coração</dc:creator>
				<category><![CDATA[Homem]]></category>
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É fato já comprovado que grande parte dos homens não dá a merecida atenção aos cuidados preventivos com a saúde, buscando o médico somente quando percebe algum sintoma forte de que algo não vai bem, por exemplo, a dificuldade de ereção. Pensando nisso, é importante que o médico, diante de um homem com queixa de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-170" title="disfuncao_eretil" src="http://www.knobel.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/11/disfuncao_eretil.jpg" alt="disfuncao_eretil" width="612" height="337" /></p>
<p style="text-align: justify;">É fato já comprovado que grande parte dos homens não dá a merecida atenção aos cuidados preventivos com a saúde, buscando o médico somente quando percebe algum sintoma forte de que algo não vai bem, por exemplo, a dificuldade de ereção. Pensando nisso, é importante que o médico, diante de um homem com queixa de dificuldade de ereção, aproveite a oportunidade para checar outros aspectos da saúde do paciente. Isso porque a disfunção erétil (DE) pode sinalizar a existência de diversos problemas, como patologias cardiovasculares, síndrome metabólica – caracterizada pela presença de colesterol elevado, diabetes, obesidade e hipertensão – e Distúrbio Androgênico do Envelhecimento Masculino (DAEM, popularmente conhecido como andropausa).</p>
<p style="text-align: justify;">Diversos estudos clínicos demonstram que níveis elevados de colesterol total e de triglicérides, associados a níveis baixos de HDL (conhecido como “colesterol bom”) – quadro que caracteriza a dislipidemia – estão freqüentemente relacionados com o aparecimento da DE. Um desses estudos, recentemente publicado no The Journal of Sexual Medicine (2008) e apresentado este ano durante o <strong>2</strong><strong>3º Congresso Europeu de Urologia</strong>, em Milão (Itália), aponta que a probabilidade de um indivíduo ter disfunção erétil aumenta conforme diminuiu o nível de HDL no sangue. Esse levantamento mostrou também que entre os homens com idade de 40 a 55 anos e nível de HDL baixo – na faixa de 30 mg/dl –, a chance de ter DE em grau moderado aumentou de 6,7% para 25%. Nos indivíduos entre 56 e 70 anos, a probabilidade de ocorrer DE severa subiu de praticamente zero para 16% com a queda do HDL.</p>
<p style="text-align: justify;">No mesmo congresso, outros estudos comprovaram que o excesso de gordura acumulada no abdômen (chamada circunferência abdominal) afeta a saúde sexual do homem e pode estar associado à redução das taxas de testosterona, trazendo grande risco para o surgimento das dificuldades de ereção. Daí a necessidade de atenção especial ao paciente que apresenta a medida da circunferência abdominal acima de 94 cm (segundo a IDF-International Diabetes Federation), um fator que pode significar a presença de síndrome metabólica. Essa gordura visceral aumenta de duas a três vezes as chances de aparecimento da DE, além de ser uma vilã para o equilíbrio hormonal do organismo masculino, pois ela é capaz de produzir uma série de substâncias (como cortisol, leptina e estrogênio) que suprimem a produção de testosterona. A prática clínica demonstra que quando se estabelece um círculo vicioso entre a obesidade e a baixa do nível de testosterona, aumenta o risco de obstrução das artérias pela gordura. Esse entupimento arterial dificulta a irrigação peniana, tornando-se mais um fator que impede o homem de alcançar a ereção satisfatória. A importância de se ter uma visão global sobre a saúde masculina, incluindo a checagem dos níveis hormonais na rotina, também aumenta na medida em que mais e mais estudos apontam para o fato de a redução da testosterona no organismo ser um fator que potencializa todos os sintomas da síndrome metabólica, uma das doenças que mais cresce entre a população mundial.</p>
<p style="text-align: justify;">Nos casos em que uma diminuição hormonal for identificada e estiver aliada aos sinais característicos do DAEM, o médico pode indicar a reposição hormonal para alívio dos sintomas, inclusive da DE. Hoje, estão à disposição no Brasil medicamentos com modernos como o undecilato de testosterona, por exemplo, que é uma terapia de reposição hormonal injetável. O medicamento é administrado em aplicações trimestrais (via injeção intramuscular) e possui efeito prolongado no organismo, pois libera gradualmente o hormônio, mantendo os níveis de testosterona normais por mais tempo. Essa reposição hormonal pode ser associada com segurança ao tratamento mais específico da DE, com o uso de substâncias inibidoras da PDE-5, como a vardenafila, sildenafila e tadalafila. </p>
<p style="text-align: justify;">Não resta dúvida de que ao se deparar com um paciente que tem DE em qualquer grau, o médico tem a oportunidade de abrir portas para a investigação e o tratamento de problemas que, se combatidos, vão ter impacto positivo no tratamento da própria dificuldade de ereção. Além disso, cabe reforçar ao paciente que o hábito de consultar regularmente um especialista pode ajudá-lo a prevenir diversos problemas de saúde, aumentando a qualidade de vida em todos os aspectos.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Reposição Hormonal Masculina e a Próstata</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Os andrógenos promovem o desenvolvimento e o crescimento prostático através dos níveis hormonais crescentes durante a puberdade. Os andrógenos estão envolvidos no desenvolvimento dos tumores prostáticos benignos (hipertrofia prostática benigna). Estudos de autópsia têm uma correlação positiva entre o volume prostático e a idade.</p>
<p style="text-align: justify;">A deprivação de andrógenos causa a morte celular em células tumorais na maioria dos tumores da próstata que são derivadas do epitélio glandular e crescem por estimulação dos mesmos (testosterona). Existem fortes evidências de que os andrógenos estimulam o crescimento de câncer da próstata, préexistente,</p>
<p style="text-align: justify;">Mas é fato desconhecido e inconsistente se a concentração dos mesmos no tecido prostático inicia o desenvolvimento do câncer da próstata.</p>
<p style="text-align: justify;">Os níveis de andrógenos não aumentam o PSA e nem a sua habilidade em demonstrar o volume do tumor. A literatura evidencia o desenvolvimento do câncer da próstata em atletas e pessoas que estão realizando fisiocultura corporal (aumento da massa muscular) após a utilização de esteróides anabolizantes.</p>
<p style="text-align: justify;">Muitos homens com testosterona baixa, PSA normal e toque retal normal, podem ser portadores de câncer oculto e latente da próstata, que poderão se desenvolver com o uso indiscriminado e abusivo de testosterona, sem orientação e controle médico.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"><em>Colaboração: <strong>Dr. Charles Rosenblatt</strong></em><em>, médico urologista do Hospital Israelita Albert Einstein.</em> <a href="http://www.urologiarosenblatt.com.br/" target="_blank">www.urologiarosenblatt.com.br</a></p>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 292px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden; text-align: justify;">É fato já comprovado que grande parte dos homens não dá a merecida atenção aos cuidados preventivos com a saúde, buscando o médico somente quando percebe algum sintoma forte de que algo não vai bem, por exemplo, a dificuldade de ereção. Pensando nisso, é importante que o médico, diante de um homem com queixa de dificuldade de ereção, aproveite a oportunidade para checar outros aspectos da saúde do paciente. Isso porque a disfunção erétil (DE) pode sinalizar a existência de diversos problemas, como patologias cardiovasculares, síndrome metabólica – caracterizada pela presença de colesterol elevado, diabetes, obesidade e hipertensão – e Distúrbio Androgênico do Envelhecimento Masculino (DAEM, popularmente conhecido como andropausa).</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 292px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Diversos estudos clínicos demonstram que níveis elevados de colesterol total e de triglicérides, associados a níveis baixos de HDL (conhecido como “colesterol bom”) – quadro que caracteriza a dislipidemia – estão freqüentemente relacionados com o aparecimento da DE. Um desses estudos, recentemente publicado no The Journal of Sexual Medicine (2008) e apresentado este ano durante o 23º Congresso Europeu de Urologia, em Milão (Itália), aponta que a probabilidade de um indivíduo ter disfunção erétil aumenta conforme diminuiu o nível de HDL no sangue. Esse levantamento mostrou também que entre os homens com idade de 40 a 55 anos e nível de HDL baixo – na faixa de 30 mg/dl –, a chance de ter DE em grau moderado aumentou de 6,7% para 25%. Nos indivíduos entre 56 e 70 anos, a probabilidade de ocorrer DE severa subiu de praticamente zero para 16% com a queda do HDL.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 292px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">No mesmo congresso, outros estudos comprovaram que o excesso de gordura acumulada no abdômen (chamada circunferência abdominal) afeta a saúde sexual do homem e pode estar associado à redução das taxas de testosterona, trazendo grande risco para o surgimento das dificuldades de ereção. Daí a necessidade de atenção especial ao paciente que apresenta a medida da circunferência abdominal acima de 94 cm (segundo a IDF-International Diabetes Federation), um fator que pode significar a presença de síndrome metabólica. Essa gordura visceral aumenta de duas a três vezes as chances de aparecimento da DE, além de ser uma vilã para o equilíbrio hormonal do organismo masculino, pois ela é capaz de produzir uma série de substâncias (como cortisol, leptina e estrogênio) que suprimem a produção de testosterona. A prática clínica demonstra que quando se estabelece um círculo vicioso entre a obesidade e a baixa do nível de testosterona, aumenta o risco de obstrução das artérias pela gordura. Esse entupimento arterial dificulta a irrigação peniana, tornando-se mais um fator que impede o homem de alcançar a ereção satisfatória. A importância de se ter uma visão global sobre a saúde masculina, incluindo a checagem dos níveis hormonais na rotina, também aumenta na medida em que mais e mais estudos apontam para o fato de a redução da testosterona no organismo ser um fator que potencializa todos os sintomas da síndrome metabólica, uma das doenças que mais cresce entre a população mundial.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 292px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Nos casos em que uma diminuição hormonal for identificada e estiver aliada aos sinais característicos do DAEM, o médico pode indicar a reposição hormonal para alívio dos sintomas, inclusive da DE. Hoje, estão à disposição no Brasil medicamentos com modernos como o undecilato de testosterona, por exemplo, que é uma terapia de reposição hormonal injetável. O medicamento é administrado em</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 292px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">aplicações trimestrais (via injeção intramuscular) e possui efeito prolongado no organismo, pois libera gradualmente o hormônio, mantendo os níveis de testosterona normais por mais tempo. Essa reposição hormonal pode ser associada com segurança ao tratamento mais específico da DE, com o uso de substâncias inibidoras da PDE-5, como a vardenafila, sildenafila e tadalafila. </div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 292px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Não resta dúvida de que ao se deparar com um paciente que tem DE em qualquer grau, o médico tem a oportunidade de abrir portas para a investigação e o tratamento de problemas que, se combatidos, vão ter impacto positivo no tratamento da própria dificuldade de ereção. Além disso, cabe reforçar ao paciente que o hábito de consultar regularmente um especialista pode ajudá-lo a prevenir diversos problemas de saúde, aumentando a qualidade de vida em todos os aspectos.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 292px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Reposição Hormonal Masculina e a Próstata</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 292px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Os andrógenos promovem o desenvolvimento e o crescimento prostático através dos níveis hormonais crescentes durante a puberdade. Os andrógenos estão envolvidos no desenvolvimento dos tumores prostáticos benignos (hipertrofia prostática benigna). Estudos de autópsia têm uma correlação positiva entre o volume prostático e a idade.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 292px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">A deprivação de andrógenos causa a morte celular em células tumorais na maioria dos tumores da próstata que são derivadas do epitélio glandular e crescem por estimulação dos mesmos (testosterona). Existem fortes evidências de que os andrógenos estimulam o crescimento de câncer da próstata, préexistente,</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 292px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Mas é fato desconhecido e inconsistente se a concentração dos mesmos no tecido prostático inicia o desenvolvimento do câncer da próstata.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 292px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Os níveis de andrógenos não aumentam o PSA e nem a sua habilidade em demonstrar o volume do tumor. A literatura evidencia o desenvolvimento do câncer da próstata em atletas e pessoas que estão realizando fisiocultura corporal (aumento da massa muscular) após a utilização de esteróides anabolizantes.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 292px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Muitos homens com testosterona baixa, PSA normal e toque retal normal, podem ser portadores de câncer oculto e latente da próstata, que poderão se desenvolver com o uso indiscriminado e abusivo de testosterona, sem orientação e controle médico.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 292px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Colaboração: Dr. Charles Rosenblatt, médico urologista do Hospital Israelita Albert Einstein. www.urologiarosenblatt.com.br</div>
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