<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Blog do Knobel &#187; Mulher</title>
	<atom:link href="http://www.knobel.com.br/blog/tag/mulher/feed" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.knobel.com.br/blog</link>
	<description>Saúde do Coração - Educação para saúde e bem estar</description>
	<lastBuildDate>Wed, 21 Dec 2011 11:02:30 +0000</lastBuildDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=2.8.5</generator>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
			<item>
		<title>Top 8 coisas para saber &#8211; Guia de prevenção da  Doença Cardio-Vascular (DCV) na mulher</title>
		<link>http://www.knobel.com.br/blog/top-8-coisas-para-saber-guia-de-prevencao-da-doenca-cardio-vascular-dcv-na-mulher</link>
		<comments>http://www.knobel.com.br/blog/top-8-coisas-para-saber-guia-de-prevencao-da-doenca-cardio-vascular-dcv-na-mulher#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 18 Feb 2011 19:16:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Saúde do Coração</dc:creator>
				<category><![CDATA[Saúde da Mulher]]></category>
		<category><![CDATA[cardiologia]]></category>
		<category><![CDATA[Mulher]]></category>
		<category><![CDATA[prevenção]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.knobel.com.br/blog/?p=303</guid>
		<description><![CDATA[Top 8 coisas para saber - Guia de prevenção da  Doença Cardio-Vascular (DCV) na mulher!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img title="WomenHeartDisease" src="http://www.knobel.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/02/WomenHeartDisease.jpg" alt="WomenHeartDisease" width="379" height="500" /></p>
<ol>
<li>Em 2007 as doenças cardio-vasculares causaram 1 morte por minuto em mulheres nos Estados Unidos. Isso representa 421.918 mortes a mais do que os óbitos causados por Câncer, Doenças Renais Crônicas , Doença de Alzheimer e acidentes.</li>
<li>A DCV é a maior causa de morte em mulheres em países desenvolvidos e na maioria dos países emergentes; entretanto, nesses países há esforços para controlar o risco de DCV e aplicar terapias preventivas nas mulheres.<br />
Houve uma grande evolução no Guia de Prevenção de DCV em mulheres, da American Heart Association, em 2011 sempre baseado em estudos de benefícios e riscos observados em pesquisas clínicas .As terapias preventivas são fortemente consideradas e altamente recomendadas</li>
<li>Em termos de risco de DCV a mulher pode ser classificada em tres tipos : 1- Alto risco, 2-Em risco ou 3-Com saúde cardiovascular ideal.</li>
<li>Complicações de gestação como pré-eclâmpsia, diabetes gestacional ou hipertensão arterial induzida e outras doenças autoimunes como lúpus ou artrite reumatoide são consideradas atualmente como critérios para classificar mulheres em risco de DCV.</li>
<li>Apesar deste Guia de Prevenção poder ser aplicado em todos os grupos, é importante lembrar que os fatores de risco tem destaque em certos grupos raciais e étnicos, tais como como Hipertensão arterial em mulheres negras e Diabetes Mellitus em mulheres de descendência hispânica.</li>
<li>A aplicabilidade internacional é uma importante ferramenta para manter o Guia de Prevenção atualizado para que maior número de recomendações possa ser usado em diferentes países ou regiões, seja diretamente ou com pequenas mudanças.</li>
<li>Aderências a esse Guia de Prevenção, bem como suas recomendações – seja por um profissional da saúde, paciente e público geral – assim como as estratégias para melhorar essas aderências, são de grande interesse de saúde pública .<br />
O custo-efetivo deve ser analisado durante a recomendação de determinados tratamentos e estão incluídos no referido Guia de Prevenção</li>
<li>Há uma particular necessidade de relatar uma analise específica de gênero a respeito da eficácia e efeitos adversos das intervenções preventivas para colaborar com o desenvolvimento futuro e aperfeiçoamento deste Guia de Prevenção de Doenças Cardio-Vasculares em Mulheres</li>
</ol>
<p><strong>FONTE E REFERENCIA:</strong> Mosca L, et al. Effectiveness-based guidelines for the prevention of cardiovascular disease in woman &#8211; 2011 update: a guideline from the American Heart Association. Circulation 2011.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.knobel.com.br/blog/top-8-coisas-para-saber-guia-de-prevencao-da-doenca-cardio-vascular-dcv-na-mulher/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>“Doutor, sua balança está errada!”</title>
		<link>http://www.knobel.com.br/blog/%e2%80%9cdoutor-sua-balanca-esta-errada%e2%80%9d</link>
		<comments>http://www.knobel.com.br/blog/%e2%80%9cdoutor-sua-balanca-esta-errada%e2%80%9d#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 06 Nov 2009 20:29:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Saúde do Coração</dc:creator>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde da Mulher]]></category>
		<category><![CDATA[Mulher]]></category>
		<category><![CDATA[Peso]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.knobel.com.br/blog/?p=99</guid>
		<description><![CDATA[
Um dos questionamentos que mais comumente são colocados pelos pacientes no atendimento em nosso consultório, é sobre a fidelidade dos números registrados na hora de verificar o peso. É tão comum os pacientes questionarem o valor constatado de seu peso corporal, afirmando:
- Doutor esta balança está errada!
Esse fato tem sido tão comum e tão rotineiro [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-111" title="j0399288" src="http://www.knobel.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/11/j0399288.jpg" alt="j0399288" width="612" height="337" /></p>
<p style="text-align: justify;">Um dos questionamentos que mais comumente são colocados pelos pacientes no atendimento em nosso consultório, é sobre a fidelidade dos números registrados na hora de verificar o peso. É tão comum os pacientes questionarem o valor constatado de seu peso corporal, afirmando:</p>
<p>- Doutor esta balança está errada!</p>
<p>Esse fato tem sido tão comum e tão rotineiro que, mesmo antes do paciente fazer esta pergunta, já tomo a iniciativa de dizer:</p>
<p>- Parece mesmo que essa balança está errada! </p>
<p>Geralmente o paciente concorda, mas eu continuo perguntando:</p>
<p>- Ela deve estar errada, mas para mais ou para menos?</p>
<p style="text-align: justify;">Já mandei fazer todos os tipos de regulagem da balança, mas se eu me basear na opinião da maioria dos pacientes, ela deve estar com um defeito sem solução.<br />
Ainda sorrindo discretamente e procurando não deixar o paciente constrangido, pergunto:</p>
<p>- Mas você acha que come uma quantidade suficiente para justificar esse peso “um pouco elevado”?</p>
<p>E invariavelmente ouço a seguinte resposta:</p>
<p>- Doutor eu não como quase nada! </p>
<p style="text-align: justify;">Nessas alturas o paciente já percebe que existe um tom jocoso em minhas perguntas, pois pretendo com isso manter um ambiente de relacionamento mais agradável.<br />
Ainda com esta linha de pensamento e com o intuito de provocar o paciente, eu digo:</p>
<p style="text-align: justify;">- Mas isto é muito comum aqui no meu consultório. Eu tenho uma série de amigos clientes que tem um metabolismo inusitado, não comem e engordam. Até pensei em solicitar a dieta de meus pacientes e contribuir para o programa “Fome Zero” e encaminhar para populações carentes e caquéticas da África e, mesmo aqui no Brasil, que não comem quase nada e são magras.</p>
<p style="text-align: justify;">Na verdade o controle de peso é uma tarefa extremamente difícil, mesmo porque mexe em aspectos psicológicos, emocionais e naquele que é um dos maiores prazeres da vida.<br />
É muito fácil recomendar ao paciente uma dieta balanceada, com baixas calorias, acompanhado de exercícios físicos, etc. Se isto fosse de fácil execução, todos teriam um peso ideal e seriam esbeltos. Porém a realidade é outra: fatores metabólicos, constitucionais, genéticos, nutricionais, emocionais e muitos outros, interferem nessa dura tarefa de fazer o paciente chegar ao seu peso ideal.<br />
Uma atuação multiprofissional, muitas vezes torna-se indispensável, mas talvez um dos principais fatores é a motivação que o paciente tem para atingir aquele objetivo, mesmo porque cada vez mais constata-se que a obesidade é um importante fator de risco para doenças cardiocirculatórias. Ninguém melhor do que seu médico de confiança para orientá-lo a atingir este propósito.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.knobel.com.br/blog/%e2%80%9cdoutor-sua-balanca-esta-errada%e2%80%9d/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

